Google Shopping, o que é e como funciona?

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O Google Shopping é uma ferramenta do Google que tem o objetivo de exibir produtos que estão à venda na internet. Funciona como uma espécie de shopping mesmo, a partir das palavras buscadas, as lojas cadastradas na ferramenta, aparecem com seus produtos em uma fileira destaque na página do Google.
Algumas pessoas costumam comparar o Google Shopping com o Buscapé, o que é um equívoco. A intenção do Buscapé é expor e comparar produtos de variadas lojas, focando na variação de preços e reputação entre elas, enquanto o Google Shopping é apenas uma vitrine cujos produtos exibidos são os vencedores de um leilão AdWords, sem nenhuma intenção expressa de ter os melhores preços. No início da plataforma, em 2011, o Google Shopping era gratuito, assim como o Local Pack (as respostas com mapa em algumas buscas) é hoje. Atualmente, o Google Shopping é integrado ao Google AdWords, e o anunciante paga por cada clique nos seus produtos como faria em outras campanhas do AdWords.
Segundo um post da Agência Mestre, seus clientes tiveram aumento de 50% da receita após serem incluídos ao Google Shopping. É bom mencionar que somente e- commerce de produtos podem estar nessa plataforma, não é possível oferecer serviços dentro do Google Shopping. Para quem aposta no Marketing Digital e trabalha com a ferramenta AdWords, o Google Shopping é um canal muito forte de vendas. Segundo pesquisas de 2016 nos Estados Unidos, o Google Shopping cresceu mais de 52% neste ano.
O diferencial do Google Shopping é que ao buscar um produto, todos aqueles que estão cadastrados na plataforma aparecem em um lugar privilegiado da tela, com várias informações sobre a loja, o produto e o preço. Isso facilita a busca e oferece mais informações ao comprador.
Google Shopping
Ao possuir o interesse em entrar no Google Shopping, é preciso que o empresário ou a agência leia todos os termos cobrados pelo Google. Você os encontra aqui: Google Merchants.
É preciso, antes de tudo, criar um login com sua conta do AdWords. Após esse cadastro virão outras etapas para que você consiga inserir seu produto no Google Shopping. Ainda não se sabe qual o critério do Google para que um produto fique nas primeiras aparições, mas acredita-se que tem a ver com o título, preço, imagens e descrições. Por isso, além de fazer o cadastro e incluir produtos, é importante trabalhar na qualidade do anúncio.
Outro fator que não pode ser esquecido, é a responsividade do seu site. As pessoas podem até se interessar por um produto através do Google Shopping, mas é muito difícil que elas efetuem a compra em sites difíceis de navegar. O aumento de acessos através de smartphones também deve ser considerado e, por isso, é bom estar atento na responsividade mobile. As imagens devem ter boa qualidade mesmo pela tela do celular, a descrição deve ter um tamanho que a pessoa consiga ler e o call-to-action precisa estar sempre à vista.
Marcelo Saldanha é Diretor de Desenvolvimentos do Nautilos e comenta mais detalhes técnicos sobre o Google Shopping. Confira esse trecho em que ele explica mais sobre a ferramenta.
Um olhar mais fundo no Google Shopping
Como a Mariana colocou no texto acima, o Google Shopping é uma solução de link patrocinado voltada para produtos comercializáveis diretamente. A fim de exibir na página uma lista dos produtos compatíveis com a busca realizada, o Google precisa que os anunciantes forneçam um Feed de Produtos.
Este feed é uma lista com dados específicos de todos os produtos anunciados, como nome, preço, disponibilidade, imagem, marca, e várias outras informações. É esse feed que o Google usa para escolher quais produtos aparecerão para determinada busca, e por isso é preciso ter muita atenção às informações passadas.
O feed deve ser submetido ao Google através da ferramenta Google Merchants, e isso pode ser feito manualmente, através de planilhas Excel por exemplo, ou automaticamente através de uma API de integração entre o Merchant Center e sua loja virtual. Esse método automático é o melhor, pois irá garantir a máxima qualidade do feed, por exemplo, removendo do feed produtos cujo estoque se esgotou, no momento exato em que isso ocorre. Isso evita problemas e frustrações, como um usuário ver um produto e preço legal, clicar e receber um “indisponivel” como resposta. Isso é ruim, e o Google pune o anunciante por isso.
Para implementar corretamente o Google Merchant e o feed automático, é importante ter um programador ou equipe competente e que tenha lido o manual de integração (ou usar um bom plugin se sua plataforma disponibilizar isso), e também é importante ter alguém certificado em Google Shopping, para fazer corretamente suas campanhas e não se perder no volume, afinal, sua loja pode ter milhares de produtos.
Acredito que depois dessas explicações você já saiba dos benefícios do Google Shopping e já possa usá- lo em seus negócios. Aproveite!

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